Reforma tributária: o prazo acabou

A partir de 1º de agosto, encerra-se o período de flexibilização para parte das obrigações acessórias da reforma tributária. Inicia-se uma nova fase em que planejamento tributário, relacionamento com fornecedores, tecnologia e organização serão determinantes para a competitividade.
As empresas que ainda não fizeram as adequações poderão sofrer as penalidades previstas na legislação, além dos impactos no fluxo de caixa, do retrabalho operacional e da insegurança jurídica neste momento desafiador para o setor.
A reforma foi concebida para simplificar a tributação sobre o consumo, entretanto, a rápida regulamentação e o grande volume de normas reduziram o tempo para adaptação, deixando muitas empresas sem saber exatamente como implementar as mudanças.
Para a construção civil e a incorporação imobiliária, o desafio será maior. Ainda que permaneça em vigor o RET — Regime Especial de Tributação sem o crédito de tributos até 2028 — os empreendimentos possuem ciclos longos, contratos que atravessam vários anos e conviverão com diferentes regras de tributação durante a transição, prevista até 2033. Soma-se a isso o elevado custo do crédito, consequência das altas taxas de juros, que amplia a necessidade de uma gestão financeira cuidadosa e eficiente.
Esta matéria foi útil? Para ler na íntegra acesse o portal de origem:


Deixe o seu comentário